“Transporte escolar de Ribeirão Pires(SP) tem muitas irregularidades”, diz jornal

PEM

As reportagens do Diário de Ribeirão Pires e do Gazeta Regional relacionam inúmeras irregularidades no serviço de transporte escolar e no contrato entre a empresa contratada e órgãos públicos responsáveis.

Em reportagem do Diário de Ribeirão Pires, é mencionado que o transporte público escolar de Ribeirão Pires enfrenta uma situação difícil, com veículos que fazem o transporte escolar, ônibus e vans, não apresentando condições ideais de transportar passageiros e colocando em risco a vida de muitas crianças, o que tem preocupado várias mães que veem seus filhos serem transportados irregularmente.

Elenilza do Nascimento, mãe de um aluno e que faz parte do conselho de pais de uma das escolas da cidade, alegou que as escolas não avisaram sobre as mudanças por falta de tempo. Além da desorganização, ela contestou a troca de empresas.

“Fizeram os antigos perueiros trocarem as vans para dar mais segurança aos nosso filhos e colocaram outra empresa que não tem condições de trabalhar. Van sem step, com pneu careca, tem atém van que precisa dar tranco (empurrão)”, reclama.

A PEM, responsável pelo transporte, assumiu a função em Ribeirão Pires em meados de novembro em caráter de urgência. O diretor da empresa, Pedro Sérgio, alega que a falta de tempo é o principal fator dos problemas veiculares.

“Nós tivemos de assumir o transporte escolar em caráter de emergência. Não tivemos tempo hábil de realizarmos uma fiscalização junto à Prefeitura, pelo número elevado de carros e por falta de tempo, e não posso garantir que todos os veículos estão 100%.”, alega.

Segundo o jornal, existem regras que determinam que os carros comprados para transportar os alunos, assim como os motoristas, sejam da região; porém alguns veículos tem o emplacamento realizado no Espírito Santo.

“Com relação as placas, nós precisamos conversar com as prefeituras para termos um tempo hábil para as transferências. Do dia 02 de dezembro pra cá, não deu tempo de fazer todas essas transferências. Nós, como empresa, queríamos que os operadores locais, que já prestavam esse serviço, ficassem conosco. Mas por causa dos outros trabalhos, eles não vieram. Então, eu tive de comprar os carros da vizinhança”, alega Pedro Sérgio, diretor da PEM.

Ainda de acordo com o diretor, todos os carros possuem monitores que tomam conta das crianças durante o trajeto até a escola. A Secretária Estadual de Educação pede que 407 veículos sejam colocados à disposição para transportar os alunos, porém, ele informou que 350 carros conseguem levar as crianças de Ribeirão Pires e parte de Rio Grande da Serra e Mauá para as escolas.

Em reportagem do Diário de Ribeirão Pires, é mencionado que o transporte público escolar de Ribeirão Pires enfrenta uma situação difícil.

Os veículos que fazem o transporte escolar, ônibus e vans, não apresentam condições ideais de transportar passageiros e colocam a vida de muitas crianças em risco, o que tem preocupado várias mães que veem seus filhos serem transportados irregularmente.

Elenilza do Nascimento, mãe de um aluno e que faz parte do conselho de pais de uma das escolas da cidade, alegou que as escolas não avisaram sobre as mudanças por falta de tempo. Além da desorganização, ela contestou a troca de empresas.

“Fizeram os antigos perueiros trocarem as vans para dar mais segurança aos nosso filhos e colocaram outra empresa que não tem condições de trabalhar. Van sem step, com pneu careca, tem atém van que precisa dar tranco (empurrão)”, reclama.

A PEM, responsável pelo transporte, assumiu a função em Ribeirão Pires em meados de novembro em caráter de urgência. O diretor da empresa, Pedro Sérgio, alega que a falta de tempo é o principal fator dos problemas veiculares.

“Nós tivemos de assumir o transporte escolar em caráter de emergência. Não tivemos tempo hábil de realizarmos uma fiscalização junto à Prefeitura, pelo número elevado de carros e por falta de tempo, e não posso garantir que todos os veículos estão 100%.”, alega.

Segundo o jornal, existem regras que determinam que os carros comprados para transportar os alunos, assim como os motoristas, sejam da região; porém alguns veículos tem o emplacamento realizado no Espírito Santo.

“Com relação as placas, nós precisamos conversar com as prefeituras para termos um tempo hábil para as transferências. Do dia 02 de dezembro pra cá, não deu tempo de fazer todas essas transferências. Nós, como empresa, queríamos que os operadores locais, que já prestavam esse serviço, ficassem conosco. Mas por causa dos outros trabalhos, eles não vieram. Então, eu tive de comprar os carros da vizinhança”, alega Pedro Sérgio, diretor da PEM.

Ainda de acordo com o diretor, todos os carros possuem monitores que tomam conta das crianças durante o trajeto até a escola. A Secretária Estadual de Educação pede que 407 veículos sejam colocados à disposição para transportar os alunos, porém, ele informou que 350 carros conseguem levar as crianças de Ribeirão Pires e parte de Rio Grande da Serra e Mauá para as escolas.

Segundo informações do Gazeta Regional, a empresa PEM Transporte Municipal Urbano Ltda., é acusada de falsificar documentos para assumir o transporte de 9.860 estudantes em escolas da rede estadual de ensino nas cidades de Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, na região do ABC.

Na denúncia feita pela federação da categoria dos trabalhadores do setor, a empresa isabelense também teria se associado à empresa Bonauto Locação de Veículos Ltda., que, em 2013, deixou 7 mil estudantes a pé na região do Alto Tietê.

O presidente da Federação dos Trabalhadores em Empresas de Transporte Escolar do Estado de São Paulo (Fetraadete), Alexandre Gerolamo de Almeida, disse que vê a contratação da PEM “com muita preocupação”. “Já existe denúncia no Ministério Público (MP) que a PEM e a Bonauto são a mesma empresa. Quer dizer, a PEM é uma empresa de fachada, e isso é o que me assusta”.

Conforme ampla divulgação do Gazeta Regional, a preocupação de Almeida com a suposta associação da PEM com a Bonauto é em relação ao histórico da segunda empresa.

Em janeiro de 2013, o governo do Estado de São Paulo firmou contrato com a Bonauto, que passou a operar o serviço de transporte escolar em unidades de ensino do Alto Tietê.

Após dois meses de trabalho, o despreparo da empresa, que já tinha histórico irregular de prestação de serviços, ficou evidente. Dos 23 mil alunos da rede estadual de ensino que ficaram sob responsabilidade da Bonauto, mais de 7 mil deixaram de ir à escola porque a mesma empresa não conseguiu operar o serviço. Na prática, 30% dos serviços contratados não foram cumpridos.

Almeida explicou que a suposta falsificação de documentos está relacionada à capacidade técnica da empresa. “A lei diz que a empresa tem que comprovar que já transportou ao menos 50% do que ela vai transportar agora. A PEM nunca transportou essa quantidade de estudantes. Pelo que eu sei, ela transporta pouco mais de 1.900 estudantes em Santa Isabel. (Eles) conseguiram um documento da Secretaria Municipal de Educação de Santa Isabel camuflando as informações verdadeiras”.

Destacando que a Fetraadete vai fiscalizar o serviço que será oferecido no ABC, Almeida adiantou que não concorda com o contrato assinado entre a PEM e a Secretaria da Educação. “A partir do momento que a empresa entregou uma relação de veículos toda irregular para a Secretaria da Educação, é lógico que a federação não concorda. A relação entregue tem diversos carros irregulares. Para se ter uma ideia, o sindicato recebeu denúncias, inclusive, de ônibus da empresa que, na verdade, seriam ambulâncias”, comentou.

Com informações de www.diariorp.com.br e www.diariorp.com.br

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