Projeto de Lei que cria paradas para escolares será votado em julho… em BH.

Um Projeto de Lei (PL) que pretende criar pontos exclusivos para escolares em frente as escolas vai para votação em 2º turno na Câmara Municipal de Belo Horizonte ainda no próximo mês de julho.

A ideia é que os veículos de transporte escolar possam parar na porta da escola nos horários de início e fim das aulas pelo tempo de embarque e desembarque dos alunos.

A Medida visa trazer mais segurança para os estudantes e melhorar o trânsito, evitando filas duplas.

“Atualmente só cerca de 50% das escolas tem parada para escolar, a ideia é implementar em todas as unidades de ensino para que os alunos desçam na porta da escola ou até mesmo se tiver um espaço dentro delas para esses escolares pararem”, afirma o vereador Professor Wendel (PSB), autor do projeto.

De acordo com o PL, a regulamentação dos locais onde os escolares poderiam parar, o horário e o prazo ficaria a cargo da Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans).

Além disso, o projeto também prevê a criação de uma circulação que induza a direção segura nas áreas próximas às escolas com a priorização do pedestre com redução de velocidade e aumento das áreas dedicadas aos pedestres.

“Minha expectativa é que, em breve, o projeto seja aprovado em segundo turno. Já está com um parecer favorável”, afirmou o vereador. Caso seja aprovado, o projeto ainda precisa da sanção do prefeito Marcio Lacerda.

Por meio da assessoria de imprensa, a BHTrans informou que em algumas escolas já existe local para embarque e desembarque dos escolares que precisa ser feito nos horários de entrada e saída das aulas permitido por 5 minutos e o motorista deve manter o pisca alerta ligado.

Ainda segundo a BHTrans, geralmente as escolas fazem a demanda para a BHTrans que avalia o local e a possibilidade de estabelecer o local para a parada do escolar.

Na cidade de São Paulo já tivemos vários Projetos de Lei, porém nenhum deles foi aprovado e sancionado, seja pelo pouco empenho individual dos transportadores escolares, seja pela ausência de trabalho do sindicato da categoria nesse sentido.

Fonte: O Tempo