Motorista infrator pode dirigir van escolar? Não, mas isso pode mudar

Escolar_LivreO gaúcho Pompeo de Mattos, do PDT, é político desde 1983, quando se elegeu vereador em Santo Augusto. Daí em diante foi prefeito, deputado estadual e desde 1999 é deputado federal.

São ideias e propostas dele, por exemplo, regulamentar a profissão de narrador de rodeios, criar o dia do atirador desportivo e obrigar boates a distribuírem camisinhas aos clientes. E ele tentou, também, limitar a velocidade dos carros brasileiros em 140km/h.

Agora, Pompeo de Mattos quer permitir aos motoristas que cometerem uma infração grave nos últimos 12 meses possam conduzir ônibus e vans escolares.

O PLC 247, em tramitação desde 2015, prevê apenas a modificação de um dos requisitos necessários para o motorista de transportes escolares: não ter infração grave ou gravíssima ou nem ser reincidente em infrações graves ou médias durante os últimos 12 meses (ele retira do texto a expressão “grave”).

“O Código de Trânsito Brasileiro é exagerado e discriminatório ao proibir que motoristas reincidentes em infrações graves dirijam transportes escolares, pois este mesmo requisito não é exigido de motoristas de ônibus ou de caminhões, por exemplo”, diz Pompeo de Mattos, deputado federal pelo PDT gaúcho.

Uma enquete no site www.votenaweb.com.br mostra que 95% dos participantes desaprovam a medida – e em todos os estados.

Com informações do Metrópoles