Quem disse que SP nunca para… Ônibus, metrô e escolas param nesta quarta-feira(15) em SP em protesto contra reformas

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Motoristas e cobradores de ônibus, metroviários, professores estaduais e municipais, metalúrgicos e diversas outras categorias de trabalhadores cruzarão os braços amanhã para protestar contra as reformas trabalhista e da Previdência Social propostas pelo governo federal.

As manifestações estão sendo organizados por movimentos populares e entidades sindicais, que convocam para esta quarta-feira (15) uma série de manifestações contra a reforma da Previdência. A Frente Brasil Popular e a Frente Povo sem Medo, ligadas ao PT, encabeçam a convocação do ato, chamado de Dia Nacional de Paralisação e Mobilização.

Os motoristas e cobradores devem parar da meia-noite de terça-feira até às 9h da manhã de quarta-feira. Na parte da tarde, os trabalhadores da categoria caminham da sede do sindicato, no bairro da Liberdade (região central), até a av. Paulista, onde haverá um ato que deve reunir diversos sindicatos, a partir das 16h.

Os metroviários prometem parar por 24 horas na quarta-feira. o Sindicato dos Metroviários pretende se reunir nesta terça-feira (14) para definir a organização da paralisação, que deve ter seu início na meia-noite de terça-feira e durar até a meia-noite de quarta-feira. Maiores da greve serão definidos nessa assembleia do sindicato.

Na capital, o protesto vai ocorrer a partir das 16h em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista. Antes disso, às 14h, o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) realiza uma assembleia para discutir demandas da categoria na Praça da República. O sindicato incluiu a mobilização contra a reforma da Previdência no mesmo ato.

Em um total aproximado de 10 (dez) sindicatos mobilizados para o ato, estão incluídos os metroviários, os motoristas e cobradores de ônibus, bancários, metalúrgicos, funcionários dos Correios e professores das redes municipal e estadual.

Na programação dos sindicatos, os motoristas e cobradores das linhas municipais vão realizar um protesto na garagem dos ônibus ainda na madrugada. A operação será retomada apenas após às 8h. O metrô também não irá funcionar. As linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 5-Lilás deverão permanecer fechadas durante todo o dia até às 23h59, o que obrigará o paulistano a buscar outras alternativas de transporte para chegar ao trabalho. Apenas a linha 4-Amarela – que funciona em parceria com a iniciativa privada – deverá abrir.

Além da participação no protesto, os professores das redes municipal e estadual farão assembléia amanhã (15) para decidir se permanecerão em greve por tempo indeterminado.

Com informações do Jornal Agora, Veja São Paulo e Metro Jornal