Além de prefessores, ônibus também irão parar em São Paulo no dia 15 de março. Metrô ainda discute adesão

paralisacao_onibusAlém dos ônibus coletivos urbanos, metrô também poderá decidir parar em assembléia no dia 14. A exemplo da capital paulista, motoristas e professores de Curitiba também irão parar, e região do ABC ainda decidirá por participação.

O Sindmotoristas – Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo decidiu na tarde desta quinta-feira, 09 de março de 2017, em assembleia, que a categoria vai paralisar as atividades no dia 15 de março.

A data foi estipulada pelas centrais sindicais e movimentos sociais como dia de protesto contra as reformas da Previdência, apresentadas pelo Governo Federal.

O presidente da entidade, Valdevan de Jesus Santos, o Noventa, disse ao Diário do Transporte, por telefone, que os veículos permanecerão nas garagens até às 9 horas da manhã.

“Nós vamos fazer os protestos nas garagens. Até às 9h da manhã não haverá nenhum ônibus nas ruas” disse o sindicalista.

Os metroviários de São Paulo também vão decidir se devem paralisar as atividades, mesmo que parcialmente, no dia 15.

Uma assembleia está marcada para o dia 14 na sede do sindicato dos metroviários.

Metrô e ônibus na capital paulista transportam em média nove milhões de pessoas por dia.

Ainda na área de transportes, motoristas e cobradores de Curitiba e região metropolitana decidiram também hoje que vão paralisar as atividades no dia 15 de março. Além dos trabalhadores do transporte, professores, metalúrgicos, policiais civis e servidores públicos da Prefeitura e da saúde devem aderir aos protestos. Por enquanto, já sinalizaram que vão parar as atividades no dia – professores, metalúrgicos e trabalhadores do transporte. As demais devem definir como participarão do ato nacional até esta sexta-feira (10).

No Estado de São Paulo, outros sindicatos relacionados ao setor, como o Sintetra, dos motoristas e cobradores de ônibus do ABC Paulista, ainda vão decidir se os trabalhadores cruzarão os braços.

Com informações do Diário dos Transportes e Tribuna do Paraná