Mercedes-Benz prevê fechar mais um ano na liderança de vans

A três meses para o fechamento do ano, a Mercedes-Benz dá como certa a liderança do mercado de veículos que reúne os segmentos de vans, chassi-cabine e furgão. Até agora, a montadora está com 36% de participação com a venda de mais de 5,4 mil unidades no acumulado de janeiro até setembro, dois pontos porcentuais a mais do que em mesmo período do ano passado. A marca também vem crescendo acima do registrado pelo próprio mercado: enquanto as vendas totais cresceram 20% no acumulado do ano até agora, as da Mercedes subiram 30% no mesmo período.

Com isso, a montadora estima um mercado total de 21 mil unidades para 2018 contra as 17,2 mil emplacadas no ano passado.

“Em 2017, fechamos como líderes e isso deve se repetir e continuar este ano. Estamos no último trimestre e não vejo muitas mudanças para este período: o mercado deve fechar o ano neste patamar de crescimento entre 20% e 23%, enquanto a Mercedes vai manter seu aumento de 30%”, afirma o diretor de vendas e marketing de vans, Jefferson Ferrarez, durante a apresentação da nova edição limitada da Sprinter Golden Edition.

As vendas dos três segmentos cresceram ao longo do ano. No acumulado janeiro-agosto, os emplacamentos subiram 26%, 22% e 12%, respectivamente, para furgão, chassi-cabine e vans de passageiros. A Mercedes acumula alta de 53% nas vendas de furgão e de 8% em chassi, enquanto as vendas de vans mantém estáveis. Em participação, a M-B é líder absoluta no segmento de vans, com 57% deste mercado; para furgão, a marca possui um terço das vendas e em chassi-cabine possui 18% de market share.

Segundo Ferrarez, os segmentos refletem os bons efeitos da recuperação deste mercado: “A economia está reagindo e com isso estão surgindo mais oportunidades, principalmente no segmento de furgão, que é o que mais cresce este ano, puxado pelo mercado de ambulâncias e pelo e-commerce”, explica.

Ele também cita que o crescimento deste ano também pode ser explicado pelo efeito de renovação de frota de alguns veículos adquiridos há sete ou oito anos. Além disso, ele aponta que o mercado ainda não atingiu seu potencial de vendas, como nos picos vistos há cinco anos. “Se olharmos para 2013, por exemplo, falávamos de um mercado de 45 mil unidades. Hoje, estamos prevendo que o mercado encerre 2018 com 20 até 21 mil unidades vendidas. Ainda há muito mercado para crescer.”

Com informações de Automotive Business