Secretário de Educação de SP se reúne com prefeitos para tratar da volta às aulas nas cidades do interior paulista

O Secretário de Estado de Educação, Rossieli Soares, esteve na tarde desta terça-feira (2), em Mogi das Cruzes, para falar sobre a volta às aulas com os prefeitos do Alto Tietê.

O encontro foi na escola de Governo e Gestão de Mogi das Cruzes. Soares chegou no local às 14h30 e foi recebido por prefeitos da região e pelo presidente do Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê, Rodrigo Ashiuchi.

Eles participaram de um audiência para o detalhamento do Plano Estadual de Retomada das Aulas Presenciais. O encontrou durou cerca de duas horas.

“Os prefeitos estão autorizando a volta às aulas na rede estadual, mas cada um, obviamente, tem o seu calendário distinto, assim como as privadas têm. Nós estamos vendo de que formas podemos construir parcerias”, ressaltou.

O secretário detalhou ainda que foi falado sobre o fortalecimento da conectividade com professores e estudantes da rede, porque a secretaria estadual tem um grande potencial de contratação, porque é muito grande, então os contratos têm um custo-benefício muito bom, com o trabalho de levar internet às regiões que mais precisam.

“E uma série de outras frentes de aproximação pedagógica, de patrocínio de dados, de ajuda também para que eles estejam junto à gente produzindo aulas”, contou.

Durante o encontro, o chefe da pasta estadual falou ainda da vacinação dos professores no estado de São Paulo, que só deve acontecer quando as doses estiverem disponíveis.

“Os professores estão, sim, no grupo de prioridade da vacina. Estão no Plano Nacional de Imunização e isso já está garantido, então eles vão receber a vacina antes da maioria dos brasileiros, mas a gente precisa começar por aqueles que têm o maior risco de ter falecimento, como por exemplo, aqueles que têm mais de 60 anos e correspondem a mais de 80% das mortes por Covid-19”, detalhou.

Rossieli explicou ainda que não haverá mais o programa Merenda em Casa, mas os alunos terão a alimentação sempre que for à escola. Para quem é mais vulnerável, ele pode informar à escola que precisa do alimento ele poderá ir todos os dias para fazer a refeição.

Com informações do G1