Na PB, motorista *CLANDESTINO* de transporte escolar é preso por estupro de adolescente

Um motorista de transporte escolar foi preso na noite desta terça-feira (28) suspeito de estupro de vulnerável, em João Pessoa. Alef dos Santos, de 27 anos, já havia sido processado por armazenamento de imagens de crianças no celular.

O suspeito teria feito sexo oral em um adolescente de 13 anos em um condomínio no bairro Jardim São Paulo. Ele começou a transportar a vítima na segunda-feira (27) e na tarde desta terça teria praticado o crime dentro do carro, dentro do condomínio onde mora o adolescente.

Durante à noite, Alef dos Santos teria voltado ao condomínio para transportar outra pessoa.

O pai do adolescente teria encontrado conversas no celular do filho que comprovariam o encontro. Ele denunciou o caso na Polícia Civil e o homem foi preso às 22h30 desta terça.

De acordo com a polícia, o suspeito teria oferecido R$ 150 para abusar do menino e estaria tentando abusar de um amigo da vítima também. O pai do adolescente identificou a situação por meio de conversas no celular do filho e acionou a polícia.

O suspeito chegou a tentar fugir, praticando direção perigosa, mas foi preso em flagrante. No celular dele havia as conversas com os adolescentes. Ele foi encaminhado para a Central de Flagrantes e está à disposição da Justiça.

O Sindicato dos Transportadores Escolares do Estado da Paraíba (SintescPB) emitiu uma nota informando que o veículo de transporte é clandestino.

Segundo o sindicato, em toda a Paraíba há aproximadamente 900 transportadores em veículos legalizados, sendo 435 em João Pessoa. Para exercer o transporte escolar regularizado, é preciso ter carteira de motorista na categoria D, estar habilitado há mais de dois anos e ter o curso específico para transporte escolar, conforme a resolução do Conselho Nacional de Trânsito, e deixar claro na Carteira Nacional de Habilitação que exerce atividade remunerada para esse tipo de transporte. Além disso, o motorista também não pode apresentar antecedentes criminais.

Informa ainda que o principal item a ser observado é a presença da faixa amarela no veículo. “Primeira coisa que tem que observar é se o carro tem a faixa amarela. Não existe transporte escolar sem faixa amarela”, destaca André Sales, presidente do Sindicato.

Confira abaixo a nota do sindicato.

NOTA

O Sindicato dos Transportadores Escolares do Estado da Paraíba, SintescPB, vem por meio desta esclarecer a imprensa e a população em geral que o envolvido no caso que vem sendo veiculado, trata-se de um transporte CLANDESTINO, inclusive esse é um dos riscos que os pais correm ao contratar um CLANDESTINO.
Pois “NÃO EXISTE ESCOLAR SEM FAIXA AMARELA!”

André Sales
Presidente do SintescPB

Com informações do G1 e PB Agora.