Volta à sala de aula não é obrigatória em várias cidades de MG

Sala de aula vazia

A volta às aulas presenciais ainda é polêmica em Minas Gerais. Duas semanas após a determinação de que as escolas estaduais retomassem as atividades com todos os alunos em sala de aula e a notícia de que os municípios podem decidir o que fazer confundiram e irritaram muitos pais.

A rede estadual voltou com 100% de obrigatoriedade, exceto para alunos que têm alguma doença crônica. Algumas cidades, como Patos de Minas, no Alto Paranaíba, Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), e Pedrinópolis, no Triângulo, também obrigaram, nesta quarta-feira (3/11), que todos os alunos voltem às salas de aula.

Em Ribeirão das Neves, na RMBH, a volta é obrigatória, porém em duas unidades isso não será possível. As escolas Luiza Augusta Guimarães, no Neviana, e Professora Ieda Maria de Melo, no Florença, foram danificadas por causa das tempestades da última semana e estão em reforma.

Águas Formosas (Vale do Jequitinhonha) e Guarda-Mor (Noroeste) permitem a volta total dos estudantes, mas os pais ainda podem escolher se querem ou não levar os filhos. Uberaba afirmou que o ensino híbrido (on-line e presencial) vai continuar até o fim do ano letivo de 2021.

Em Contagem, o retorno presencial segue sendo facultativo às famílias, porém, quem optar pelo ensino híbrido deve comparecer na escola de segunda à quinta-feira, por pelo menos três horas. Às sextas-feira, serão quatro horas de atividades gravadas.

Com informações do portal Estado de Minas